Categorias
Geral

“Brasil, o país do futebol!” Entenda como traços culturais podem impactar na realidade de sua empresa.

“O Brasil é o país do Futebol, do Carnaval e do Sol!”, com certeza você já ouviu uma frase parecida com essa, certo? Tendo isso em vista, podemos adotar como realidade do cotidiano vários aspectos que foram moldando a nossa cultura e o modo como nós enxergamos e também como somos enxergados, enquanto população brasileira.

Toda essa abordagem e construção de uma “imagem” do Brasil é trabalho de décadas de caracterização por meio de notícias, comentários e apresentações enquanto nação, que acabam muitas vezes por restringir a percepção daqueles que observam o país. Mas, antes de tudo, é preciso estar antenado com o conceito de cultura, que visa destacar o que a ideia central e os impactos de sua observação. Segundo Kluckhohn (1951), cultura consiste de modos padronizados de pensamento, sentimento e reação adquiridos e transmitidos principalmente por meio de símbolos, constituindo realizações distintivas de grupos humanos, incluindo seus artefatos. O núcleo da cultura consiste de ideias tradicionais, historicamente produzidas e selecionadas, e especialmente valores associados a tais ideias.

Nesse sentido, o futebol tem uma grande influência sobre a cultura brasileira e podemos observar isso por meio da reprodução de comportamento como as torcidas  e as passagens de carinho hereditárias de pais para os seus filhos, entre tantos outros exemplos.

No que se trata de futebol masculino, o Brasil é mundialmente conhecido por ser o maior campeão de todas as copas e também como lar e celeiro de excelente jogadores, tudo isso gerou uma grande simbolização e um conjunto de ações que ocasionam no amor pelo futebol de grande parte dos brasileiros, desde muito jovens. Tudo isso é muito significativo à população, pois destaca parte de nossos valores enquanto sociedade, como por exemplo a interação e “calor humano”, e isso tem grande impacto sobre as organizações, sejam elas mais tradicionais ou mais modernas.

Esse impacto é fruto do modo como o profissional se vê, como os clientes vêem a organização e também como a empresa é vista pela sociedade como um todo. Observando o contexto geral das organizações, exploraremos relações além das que o futebol nos permite, pois é interessante pensar em como a cultura propriamente dita pode influenciar em uma empresa.

Sobre a ótica de um panorama geral, que também podemos aplicar ao futebol, temos alguns dos estudos centrais de Cultura e Comportamento, promovido por Geert Hofstede, um dos estudiosos pioneiros nessa linha de estudo. O estudo realizado por Hofstede é um dos mais robustos e um dos mais importante para o setor de pesquisa sobre cultura, de qualquer forma, todo o estudo realizado é amplo, dessa forma, será focado o extrato de seu trabalho, que consiste na definição de  5 dimensões centrais para cultura.

Segundo Hofstede (1980), entendeu-se que as principais dimensões de cultura são:

  • Distância do poder: essa é uma medida que relaciona o grau de aceitabilidade de indivíduos de uma nação com relação a aceitação de desigualdades, sejam elas hierárquicas, sociais, etc.
  • Masculinidade/ Feminilidade: essa medida não visa buscar conceitos acerca de gênero, todavia, tenta replicar um padrão de estudo que aborda se os membros de uma nação tem um comportamento mais voltado a competitividade e a aquisição de bens (comportamento caracterizado como mais masculino, segundo os estudos Hofstade) ou priorizam a qualidade de vida e o os sentimentos (comportamento caracterizado como mais feminino, segundo os estudos de Hofstede).
  • Individualismo/ Coletivismo: essa medida é relacionada ao como o indivíduo se comporta enquanto ser coletivo e social, ou seja, se os membros de uma nação tem um comportamento mais voltado ao individualismo (seus próprios interesses, ambições, etc) ou ao coletivismo (pensamento coletivo, ajuda ao próximo, formação de grupos e redes sociais, etc).
  • Evitação de incertezas: essa medida foi desenvolvida para verificar se os membros de uma nação estão mais dispostos a correr riscos relacionados à incertezas e ao desconhecimento de cenários ou pelo contrário, se esses membros se sentem altamente incomodados pela falta de informações e “segurança”.
  • Orientação a longo prazo/ curto prazo: essa medida visa observar se os membros de uma sociedade tem comportamentos voltados ao longo prazo (exemplo: formação de poupança), pensando no futuro e o modo como esperam estar ou ao curto prazo (exemplo: cumprir obrigações sociais), pensando mais no passado e no presente e no momento que estão.

Essa dimensões são frutos de um estudo realizado nos anos 70 com colaboradores da IBM, de vários países, para compreender as semelhanças e diferenças culturais e os impacto disso para o organização. Como pode ser observado, há diversos traços de personalidade que os membros de uma nação podem ter, sendo assim, há uma grande variedade entre as combinações de perfis que podem existir.

Para isso, trouxemos alguns dos tópicos centrais das relações de impacto entre Cultura e as organizações. São eles:

  • Impacto sobre os colaboradores:

Percebe-se que os colaboradores podem adotar uma série de comportamentos em relação às suas ações e condutas no trabalho, o modo como trabalham em equipe, o modo como esperam que as lideranças hajam, a função que prospectam executar, entre outras coisas.

Dessa forma, é essencial que a organização tenha uma visão para o estudo desses comportamentos, para poder desenvolver boas práticas de gerenciamento e de cultura organizacional, para que assim, os colaboradores possam sentir-se membros efetivos da empresa e dessa forma possam ser mais produtivos e satisfeitos em seu ambiente organizacional.

Imagina que interessante seria se uma empresa conseguisse que seus funcionários tivessem a mesma energia e empolgação que ao torcer para um jogo do Brasil. Esse é um desafio organizacional, todavia, pequenas ações de cultura e entendimento de individualidades pode “facilitar” essa jornada.

  • Impacto sobre os clientes:

Os consumidores são os principais envolvidos no faturamento de uma empresa, dessa forma, estudos para o perfil do consumidor é uma boa forma de verificar o alinhamento do produto/serviço aos interesses do mercado.

Tudo isso, pode determinar condições de pagamento, pensando se o consumidor é mais orientado ao longo prazo/ curto prazo, ou as suas incertezas, ou o seu perfil de consumo ser mais voltado para uma satisfação no momento presente. De qualquer forma, o uso dessas observação por uma empresa pode ser um passo para o desenvolvimento de vantagem competitiva, no setor onde se está inserido, uma vez que, as percepções dos clientes podem definir o impacto e a relevância de uma marca no mercado.

Um exemplo organizacional disso é a FIFA, que realiza campanhas de vendas e realizações de eventos aplicados ao contexto cultural de cada país e por meio dessas personalizações, permite com que o futebol dessa disseminado em diversas nações.

  • Impacto sobre as legislações e regras:

Como foi observado, os estudos acerca de cultura são muito voltados ao nível da sociedade, ultrapassando assim o sentido do indivíduo, pensando nisso, observamos dois extratos importantes da sociedade, que é o governo e a população.

Quando fala-se de regras, legislações e condutas, deve-se pensar no sentido de cultura e os comportamentos, valores e visões esperados por cada sociedade, dessa forma, uma empresa pode realizar uma ação “negativa” que em um país pode ser repudiável, mas ser tolerável em outro, o mesmo é válido para ações “positivas”.

Com isso, é importante que a organização pense em sentido geral o que é esperado pelos seus colaboradores, em relação aos resultados, às condutas e às políticas, o que é esperado por seus consumidores em relação ao impacto socioambiental, à formação de produtos, etc., e o que é esperado por seu governo em relação às normas, às leis e às estruturas.

Dessa forma, é de suma importância que as individualidades e características culturais sejam efetivamente monitoradas e acompanhadas com planos de ação para o desenvolvimento e controle da empresa, pois essas são decisivas em diversos momentos de todo cenário institucional, desde a reflexão sobre as estratégias a serem adotadas até o modo como as propagandas são feitas, por exemplo.  

Esses monitoramentos podem ser feitos por soluções presentes no portfólio AD&M. A nível interno, podem ser executadas soluções como: a pesquisa de clima organizacional, a pesquisa de cultura organizacional, entre outras soluções, que visam observar como os colaboradores se sentem na organização em que estão inseridos, quais são as suas satisfações e insatisfações, quais condutas são esperadas e quais planos de ação podem ser construídos para solucionar os problemas e potencializar os resultados. A nível externo,  podem ser executadas soluções como: a pesquisa de mercado, a análise da concorrência, a análise da cultura de mercado, entre outras soluções, que visam observar o comportamento do consumidor em diversos sentidos, além de observar o perfil dos clientes, as ações realizadas pela concorrência, tudo isso com o objetivo de reforçar ou construir planos de ação e estratégias empresariais voltados para a relevância, a construção, a manutenção ou o reposicionamento de uma marca/ empresa.

De qualquer forma, desde a grande a pequena organização podem e devem realizar monitoramentos desse tipo, internamente e externamente, para oferecer um ambiente satisfatório de trabalho e para ser uma empresa bem vista pelo mercado consumidor, compondo assim uma empresa relevante para o mercado, independentemente do porte ou do setor inserido.

capture “Brasil, o país do futebol!” Entenda como traços culturais podem impactar na realidade de sua empresa.

Escrito por: Evandro Garcia

Líder de Projetos – AD&M Consultoria Empresarial

Referências:

KLUCKHOHN, C. The study of culture. In: LERNER, D.; LASSWELL, H. D. (Eds.). The

policy sciences. Stanford: Stanford University Press, 1951.

HOFSTEDE, G. Culture’s consequences. Beverly Hills: Sage, 1980. [ADAPTADO]

PAIVA, J. C. N. . A Influência da Aculturação sobre os Valores Humanos e suas Relações com o Comportamento do Consumidor: Um Estudo Transcultural com Expatriados. In: Enanpad 2017, 2017, São Paulo (SP). Anais do Enanpad 2017, 2017.

 

Categorias
Geral

Crises? Mudanças? Revoluções? O gestor contemporâneo PODE se posicionar e enfrentar essas situações!

Crise econômica e financeira, caos político, mudanças nos hábitos e preferências dos consumidores, transformações sociais e morais… Apesar das revoluções tecnológicas que vêm surgindo nos dias de hoje com extremo potencial de auxiliar a gestão empresarial, empreender negócios sustentáveis ao longo do tempo tem se tornado uma tarefa cada vez mais complexa.

Os ambientes em que as empresas operam estão em um nível de instabilidade e hostilidade tão altos que se torna muito difícil tomar decisões de forma efetiva que conduzam a empresa no caminho desejado.  

imagem-1104 Crises? Mudanças? Revoluções? O gestor contemporâneo PODE se posicionar e enfrentar essas situações!

Isso se reflete fortemente no índice de mortalidade das empresas brasileiras. Segundo dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), em 2015, auge da crise econômica no país, tivemos um saldo negativo de empresas que abriram em relação ao número de empresas que fecharam: foram 708,6 mil empresas abertas no país, ao passo que fecharam 713,6 mil. Também foi levantado o fato de que menos de 40% das empresas sobreviviam por mais de 5 anos no mercado.

Apesar desses números, não são poucos os empreendedores que apontam o período de crise como um momento de amplo crescimento. Isso demonstra que, muitas vezes, o que pensamos ou fazemos destes momentos influencia diretamente nos resultados que iremos obter. Como disse Mark Caine, jornalista:

“O primeiro passo rumo ao sucesso é dado quando você se recusa a ser um refém do ambiente em que se encontra.”

O mundo está mudando, sim. Mas isso não precisa ser algo ruim. Na verdade, pode ser uma grande oportunidade para a descoberta de como fazer as coisas de forma diferente e, com isso, atender a necessidades que ninguém mais está atendendo.

Por isso, é essencial que os gestores tenham cuidado com as áreas do negócio que, muitas vezes, se perdem por conta da rotina apertada em que as coisas urgentes são priorizadas e as importantes acabam sendo deixadas de lado.

Refinar e gerir a estratégia da empresa (ou até mesmo, construí-la), tocar o marketing com a atenção que ele exige, cuidar das pessoas que compõem a empresa a fim de garantir sua motivação e desenvolvimento e diminuir a rotatividade, realizar o monitoramento do desempenho do negócio em suas diversas frentes… Muitas vezes, o gestor está tão sobrecarregado tocando atividades operacionais e rotineiras que não consegue tocar essas questões mais estratégias e tão essenciais para o negócio.

E sem esses processos, se diferenciar no mercado e criar estratégias de sobrevivência em meio à crise se torna muito difícil. Nos tempos em que vivemos, tudo isso se torna pré-requisito para empreender. As empresas que não perdem o foco e conseguem se atentar a tudo isso são as que sobrevivem à crise e, não só sobrevivem, como crescem e se aproveitam desse momento para inovar e se destacar.

Mas como fazer isso no meio dessa rotina caótica? Para tornar esse processo viável, duas coisas são essenciais: definir prioridades e delegar tarefas. O Princípio de Pareto, também conhecido como Regra do 80/20, é um princípio econômico percebido pelo economista Vilfredo Pareto que sugere que 80% dos resultados de algo vêm de 20% das atividades realizadas (não necessariamente são números exatos, mas giram em torno disso).

Apesar de ser um conceito a princípio econômico, conseguimos observar sua incidência em diversas situações dentro das empresas: 20% dos clientes trazem 80% das vendas, 20% dos funcionários são responsáveis por 80% dos resultados, e 20% das atividades da empresa são as mais influentes em 80% do desempenho da empresa – portanto, podem ser vistas como as mais importantes.

É essencial então que o gestor consiga realizar esse filtro nas atividades que realiza a fim de manter seu foco nas coisas certas. Que atividades são realmente as mais essenciais e devem estar nas mãos de pessoas com maior responsabilidade e zelo pelo negócio? Dessa forma, as outras atividades podem ser delegadas para os outros colaboradores da empresa, diminuindo a sobrecarga dos membros de nível decisório e melhorando a qualidade do trabalho que eles realizam.

Gestor, se responsabilize pelo sucesso do seu negócio! Num mundo tão rico em informações acessíveis e poderosas, você tem tudo o que precisa para criar mais e assim conseguir ultrapassar todos os obstáculos que vierem a surgir. Não passe o ponto, tome conta dele!

slide1 Crises? Mudanças? Revoluções? O gestor contemporâneo PODE se posicionar e enfrentar essas situações!

Escrito por: Ana Luísa Monclair

Consultora – AD&M Consultoria Empresarial

Categorias
Geral

E se sua empresa tivesse informações rápidas, realistas e de fácil entendimento? Venha conhecer o BI!

O nível de sofisticação dos sistemas tem aumentado abruptamente com o desenvolvimento da tecnologia e as empresas precisam se adaptar às essas novas tendências para garantir competitividade e  eficiência no setor em que se estão inseridas. Imagine a seguinte situação: a empresa em que você trabalha com uma grande quantidade de dados seguros e confiáveis, todos intuitivos, de fácil compreensão, refletindo o histórico gerencial e apoiando as decisões futuras. Impressionante não? Essa é a proposta principal do BI – Business Inteligence.                               

O BI é um conjunto de técnicas, conceitos, metodologias, tecnologias e ferramentas. Voltadas para a coleta, organização, análise, visualização, compartilhamentos e monitoramento de dados e informações. Com o objetivo de oferecer suporte gerencial e estratégico para a tomada inteligente de decisões. Aplicável geralmente em empresas de grande porte, como: Google, Microsoft e Walmart, mas adaptável à empresas de médio e pequeno porte que contam com uma produção de dados internos.

A seguir, temos o destrinchamento dos processos de BI e como eles se comportam sequencialmente:

1 – Coleta de Dados: para o BI é importante que a empresa tenha ferramentas de coletas de dados, ferramentas essas geralmente em formato de softwares dos mais simples aos mais robustos, à depender da realidade de cada organização. Para a efetividade do processo esses dados devem ser coletados em variadas fontes, para garantir a compreensão acerca da realidade da empresa em diversos aspectos – sejam eles operacionais, gerenciais ou estratégicos. Exemplos: registros financeiros, registros contábeis, registro de vendas, registros de produção, registros de cultura, registro de gente e gestão e outras diversas vertentes.

2 – Organização de Dados: após a coleta de dados de diversas áreas da empresa, é necessário uma filtragem e uma organização de todos esses dados, compreendendo a forma como cada um se divide e pode impactar a organização e a tomada de decisões. Além disso, deve ser feito uma triagem da relação dos dados em si, compreendo as relações das áreas e os resultados que cada conjunto de dados e utilizando esses compilados posteriormente.

3 – Análise de Dados: para a análise de dados são criados relatórios empresariais que destacam os resultados de cada registro, demonstrando a efetividade, os déficits e os indicadores de desempenho para cada área, permitindo assim avaliações aprofundadas sobre a situação empresarial. Essa iniciativa serve de insumo para a criação de planos de ação voltados para a resolução de problemas ou potencialização de resultados. Podem ser trabalhados como hipóteses, construção de cenários e construção de relações de causa e efeito, todas baseadas em dados e registros fidedignos e não em suposições.

Lembrando que os processos de organização e análise de dados geralmente ocorrem pela diagnóstico e criação de algoritmos e programação em softwares próprios da empresa, gerando assim, um conjunto de informações de fontes seguras e com o sigilo efetivo.

4 – Visualização de Dados: com relação a visualização de dados, têm-se por entendimento que todos os relatórios criados devem ser visuais e de interpretação rápida e efetiva, dessa forma, o tópico de visualização é um complemente, explicitando que os dados não podem ser apenas um conjunto de diversas informações, muito pelo contrário, devem ser estruturados e construídos de forma bem definida, com um design que atenda às necessidades de cada ambiente, sendo assim, personalizações para a empresa, setor ou gestor, que estarão envolvidos com os insumos gerados pelo BI. Algumas recomendações de softwares para a geração de informações mais visíveis são: Canva para apresentações e Pik to Chart, que permitem apresentações de dados e criação de infográficos.

5 – Compartilhamento de Dados: logo após a construção de relatórios e compilados de informações empresariais é necessário que o compartilhamento exista, garantindo assim que as informações cheguem até as pessoas certas, dentro do timing certo e assim a tomada de decisões possa ocorrer de maneira ágil e eficiente.

6 – Monitoramento de Dados: após a utilização dos dados gerados a cada período, é importante que haja um monitoramento desses dados, criando assim padrões históricos que servirão para posterior avaliação, permitindo assim a comparação dos resultados esperados com os alcançados, além de medir o atingimento e os resultados de cada ação. Verificando assim quais decisões foram assertivas e quais ainda demandam por mais estudos. Esse deve ser um processo constante, dando início a uma nova coleta de informações que por sua vez continuaram o processo de BI e assim serão gerados novos relatórios, para novas situações, em momentos e cenários variados.

Todo esse processo permite um amplo conhecimento acerca da organização no qual você está inserido, destacando assim, vários âmbitos organizacionais e permitindo a construção de estratégias para cada área, de maneira embasada. A compreensão dos pontos fortes e fracos da empresa e como eles se relacionam em questões de capacidade, seja ela financeira ou produtiva, traz informações sobre os recursos necessários para cada iniciativa e a mensuração de resultados.

Têm-se por entendimento que uma organização do futuro tomará suas decisões pensando sempre em dados fidedignos e na visualização completa da empresa, reduzindo assim “achismos” e incertezas desnecessárias que podem comprometer a organização em diversos níveis e de diversas maneiras.

Essa é a proposta do BI, decisões baseadas em dados e fatos, permitindo a mensuração, comparação e a avaliação de desempenho empresarial, que por sua vez, possibilitam estratégias e compreensão de dados e prioritariamente a tomada de decisões.

28-02-blog E se sua empresa tivesse informações rápidas, realistas e de fácil entendimento? Venha conhecer o BI!

Escrito por: Evandro Garcia – Líder de Projetos AD&M

Fontes:

– Rafael Píton – Consultor de BI e Analytics:  O que é BI? Business Intelligence (Guia Definitivo)

– Eduardo Graffunder, Harry Möbis Jr. e André Padro (Sistemas de Informação Gerencias na Pós de Graduação de TI – Instituto Federal Farroupilha Panambi/RS) – Business Intelligence – Tudo o que você precisa saber

Categorias
Geral

7 dicas para você ser mais produtivo no trabalho

A produtividade pode ser uma batalha para muitas pessoas e para muitas equipes. A questão é: como evitar ter aquela sensação de não ter feito todas as coisas que precisam ser concluídas? A resposta varia para cada indivíduo, mas selecionamos abaixo 7 dicas que com certeza podem ajudar você ou sua equipe a alcançar uma produtividade maior.

 

1 – Planeje suas tarefas:

É muito importante que as tarefas sejam organizadas e destrinchadas, considerando as atividades a serem feitas e os compromissos essenciais. Dessa maneira, você será capaz de definir quais são as atividades que vão demandar mais esforços e consequentemente mais tempo, conseguindo priorizar tudo aquilo que deve ser realizado.

Com isso, você deve definir quais atividades farão parte do seu dia e quais os prazos para cada entrega, sempre se atentando ao que pode ser feito para potencializar os resultados de seus esforços.

2 – Otimize a sua lista de tarefas:

Após definir as suas principais atividades e os seus principais compromissos, organize tudo isso em uma plataforma física ou virtual, ou seja, agendas, anotações, papéis ou aplicativos que facilitem a visualização das atividades. Como agendas, bloco de notas, calendários, notas autoadesivas ou então aplicativos.

É muito importante que você possa enxergar tudo o que fez durante o dia ou que ainda fará, para comemorar as “pequenas vitórias” e se motivar para as atividades que restam.

3 – Crie metas possíveis:

Já criou uma meta e não conseguiu atingir a tempo? Ou então planejou um tempo para uma atividade e para cumpri-la gastou muito mais? Isso é muito comum.

Para evitar isso, é necessário que você e sua equipe sejam sinceros e não subestimem a tarefa a ser desempenhada. Analise todos os recursos necessários e o tempo para estudo, observe os processos dessa atividade e dessa forma, crie metas possíveis e atingíveis para a realização da tarefa. Realizando esse passo a passo você estará mais preparado para desempenhar a atividade e evitará frustrações.

Como observado, essa dica está muito relacionada com a primeira, na qual se destaca a importância do planejamento para o desempenho efetivo das atividades, com isso é reforçado que você observe a tarefa e aja de maneira que seja capaz de concluí-la da melhor maneira possível, dentro dos prazos estipulados.

4 – Controle o seu tempo:

O tempo é um recurso muito precioso, sendo assim é importante avaliar como investí-lo de maneira eficiente.. Controlar o tempo não significa apenas que você vai dividir o seu dia em atividades, significa também que você está estipulando metas para a execução de cada tarefa e que a execução de cada tarefa será essencial para a execução da próxima e assim sucessivamente, garantindo no final do dia que a sensação questionada acima não se repita e que você ou sua equipe alcançaram ou ultrapassaram todas as atividades necessárias para entregar resultados individuais e coletivos, para empresa ou para outro fim.

Uma dica para isso é a utilização de despertadores que apitam quando o tempo se esgota, à primeira vista pode parecer uma medida muito drástica ou até mesmo incômoda, mas a mensuração do tempo é essencial para que todas as atividades e compromissos sejam cumpridos com êxito. Ninguém gosta de investir uma grande quantidade de tempo em uma tarefa ou em uma reunião e ao final do prazo ver que não houve nenhuma mudança ou avanço, não é mesmo?

Um método muito conhecido para o gerenciamento de tempo é o método POMODORO, onde você marca meia hora, salvo exceções, para a realização de uma tarefa importante e nesse tempo você ou sua equipe devem focar todos os esforços e atenção somente para aquela tarefa. Ao término do tempo, você deve fazer um intervalo de cerca de 5 a 10 minutos distante do seu posto de trabalho, realizando pequenas pausas estratégicas e sem se dedicar a outras tarefas que demandem muito esforço mental, ou seja, o objetivo das pausas são descansos mentais.

Uma outra técnica interessante é a regra dos 10 minutos, se uma atividade é muito simples e demanda menos de 10 minutos para ser executada, faça no momento que recebê-la ou o mais rápido possível, dessa forma, você será capaz de cumprir um número maior de tarefas e evitar o acúmulo de afazeres.

5 – Organize intervalos:

Muitas vezes o foco na atividade impede que os executores descansem ou tirem pausas, isso não é indicado. É claro que o foco no resultado é essencial para o sucesso da entrega. Todavia, muitas horas de dedicação seguidas para uma atividade pode levar um profissional ao esgotamento físico e/ou mental, que pode impedir a conclusão de atividades importantes com a qualidade necessária ou no tempo necessário e além disso, pode interferir na execução de outras tarefas e gerar cansaço para o seguimento da rotina de trabalho.

Com isso, é importante realizar pausas e ter momentos de descanso, que por sua vez podem auxiliar o indivíduo na realização eficiente das atividades atuais e posteriores. As pausas referem-se a intervalos, ou seja, momentos curtos onde você pode ir ao banheiro, comer algo ou realizar alguma outra tarefa de interesse. Os descansos referem-se a momentos longos de pausa, essenciais para o sono e a absorção dos conhecimentos gerados durante o dia, que podem auxiliar na motivação e na disposição para o dia seguinte.

6 – Fique atento à distrações:

Esse é um ponto muito importante! Muitas vezes percebemos que a qualidade do trabalho e do foco é influenciada pela grande quantidade de distrações que enfrentamos no dia a dia. Facebook, WhatsApp, E-mail, Instagram, Telefone, conversas e diversas outras distrações ceifam constantemente o foco na tarefa a ser executada. É importante então a consciência sobre o atingimentos de prazos estipulados e qualidade esperadas. Esse é um fator muito individual, cabe então a reflexão sobre as atividades e como elas vão impactar em algum outro resultado ou indicador pessoal ou organizacional.

Estar consciente sobre a importância da entrega é relativamente simples, entretanto, atuar efetivamente para a realização da tarefa é um objetivo que pode demandar um pouco mais de atenção.

Procure fugir das distrações do dia a dia e se programe para isso, use seus intervalos para checar as redes sociais e se distrair, ou seja, crie e planeje um momento para cada coisa, priorizando sempre o seu trabalho, sem deixar de lado seus momentos de distração e descanso.

7 – Observe seus resultados:

Essa é a última dica e uma das mais importantes. Observar os resultados é essencial para você verificar se as dicas anteriores estão sendo aplicadas eficientemente, além disso, verificar se seus prazos estão sendo atingidos e sua qualidade alta possibilita mensurar em quais os contextos você e sua equipe é mais produtiva, permitindo assim uma replicação de comportamentos. Você e sua equipe são mais produtivos pela manhã, tarde ou noite? Você e sua equipe produzem mais em um ambiente tranquilo ou agitado? Você produz mais sozinho ou em grupo?

É muito necessário conhecer esses dados, pois assim, você poderá criar rotinas de trabalho e otimizar sempre o seu dia, aumentando a sua produtividade e realizando a suas atividades da maneira mais eficiente possível, evitando assim desperdício de tempo e desgaste pessoal.

 

 

Como vimos, ser produtivo pode ser um grande desafio, mas como qualquer outro desafio é possível vencê-lo. Se atente às nossas dicas e crie os seus padrões de trabalho, eles te ajudarão a ser um profissional cada vez mais organizado e capaz de entregar tudo o que se propõe, mesmo que um resultado individual ou uma tarefa para uma empresa.

8-11-blog 7 dicas para você ser mais produtivo no trabalho

Criado por: Evandro Garcia

Líder de Projetos – AD&M Consultoria Empresarial

Referências: Endeavor Brasil, Fundação Universia e Revista PEGN

Categorias
Geral

Tem bloqueios criativos? Quer mais criatividade na sua empresa? Descubra como ter uma “tempestade de ideias”!

Convivemos em um ambiente organizacional muito competitivo, com grandes necessidades de inovação e entrega de resultados que sejam “fora da caixa”. Esses processos geralmente demandam uma grande dedicação ao estudo e ideação da melhor alternativa para o problema apresentado, não é mesmo?

Você já deve ter pesquisado técnicas para se tornar mais criativo no seu dia a dia, tanto para o aspecto pessoal quanto para o profissional. Se você fez isso, com certeza já deve ter ouvido falar no brainstorming!

O brainstorming consiste em um conceito de “tempestade de ideias”, é uma técnica muito usada em marketing, gestão e design. Com essa ferramenta a equipe ou o indivíduo terá mais liberdade para a criação e levantamento de ideias, com o objetivo de conseguir a maior quantidade possível, seguido de uma filtragem aplicada ao contexto do problema enfrentado. Partindo do princípio central de que focar esforços em uma grande quantidade de ideias e realizar uma filtragem posterior pode ser mais proveitoso do que focar em apenas uma ideia central.

Pois bem, para que o brainstorming seja mais efetivo e ocorra da maneira ideal é interessante que a equipe de trabalho  siga um conjunto de 7 regras essenciais. São elas:

1- Uma conversa por vez:

É necessário ouvir, uma conversa por vez. Isso significa que todos participantes terão um momento de fala e os demais devem escutá-lo, sem interrupções ou preconceitos, buscando compreender as aplicações das ideias e dos pontos levantados por ele, sem julgamentos. Nesse ponto os colaboradores têm um espaço livre e seguro para explanar as ideias que acharem adequadas.

2- Quantidade importa:

Como foi comentado anteriormente, a chave para o brainstorming consiste em ter várias ideias e posteriormente ir filtrando o que é mais indicado e efetivo para o contexto do problema. O filtro deve vir ao final de todo o processo, considerando as limitações que a empresa poderá ter com relação à ideia apresentada. Nesse ponto devem ser levantado o maior número de ideias possíveis, focando primeiro na quantidade de ideias e depois na qualidade.

3- Construa ideias sobre as ideias dos outros:

Essa regra é mais uma forma de aprimorar as ideias já levantadas anteriormente, ou seja, com base em uma ideia já apresentada há incrementações à ela, com o objetivo de torná-la mais estruturada, viável e efetiva para a resolução do problema enfrentado em determinado momento. É uma excelente oportunidade para melhorar o senso de trabalho em equipe dentro da organização para potencializar a aplicabilidade de uma ideia.

4- Encoraje ideias ousadas

Esse princípio é um convite para que a equipe de trabalho se junte para buscar soluções que fujam ao comum e atinjam o “lado externo da caixa”. Representa um grande desafio para diversas organizações, pois é difícil pensar em coisas alheias a realidade ou ao contexto inserido, mas permite a discussão de ideias que sejam disruptivas e que podem trazer novidades para a organização. Tendo como desejo central a defesa à criatividade e a espontaneidade, para alcançar resultados diferentes do esperado e do habitual. Esse ponto também deve ser marcado por grande quantidade de ideias, sem julgamentos.

5- Seja visual

Para que a grande quantidade de ideias se tornem mais tangíveis e nenhum ponto apresentado se perca, é importante haver registros do que está sendo produzido, de preferência da maneira mais visual possível. Há diversos materiais que podem ser utilizados, por exemplo: papéis e canetas, preferencialmente coloridos, notas autoadesivas, quadros, lápis de colorir e muitas outras, que ajudem a estimular a criatividade dos participantes. É interessante também que nesse ponto a equipe mexa com formas, texturas e tamanhos, possibilitando assim o acesso a outros materiais para a produção de conhecimento.

6- Mantenha o foco

As ideias devem ser o mais criativas possível e em grande quantidade, todavia, é importante que haja uma atenção para não fugir do tema proposto, pois assim, os participantes podem se concentrar no assunto central da proposta, garantindo que as necessidades para o ponto levantado sejam atendidas, considerando todos os aspectos dela.

7- Não faça críticas

Sem julgamentos é um dos pilares do brainstorming, como apontados em praticamente em todas as regras anteriores. Essa regra é essencial e garante que nenhum participante terá as suas ideias desvalorizadas, pois essa desvalorização gera um sentimento de insegurança, exclusão e desimportância. Julgar faz com que o colaborador se acanhe e com isso deixe de apresentar as suas ideias, podendo ocasionar em uma perda para a organização, uma vez que, caso o colaborador participe menos, haverá uma quantidade menor de ideias apresentadas e consequentemente menor será a chance de resolução de problemas ou alcance de ações diferentes.

Agora que você já sabe o que é essencial para realizar um brainstorming, que tal se reunir com os colaboradores ou juntar as equipes de trabalho e discutir sobre a situação da empresa e os objetivos para o curto, médio e/ou longo prazo?

Refletir sobre um problema ou conversar sobre uma ideia inovadora?

Lembre-se da oportunidade de conquistar mais resultados para a sua organização por meio de ideias presentes na sua equipe!

imagem-final-post-ev Tem bloqueios criativos? Quer mais criatividade na sua empresa? Descubra como ter uma “tempestade de ideias”!

Referências: Talk de processos criativos – Grupo Look’n Feel 

Texto criado por: Evandro Garcia

Consultor de projetos – AD&M Consultoria Empresarial

Categorias
Geral

3 Motivos para NÃO contratar uma Empresa Júnior

Olá,

Você já ouviu falar do Movimento Empresa Júnior? Talvez não, então vou explicar brevemente o conceito desse projeto que cada vez mais toma rumos internacionais. Uma Empresa Júnior (baseado na Lei Nº 13.267) consiste em uma entidade formada por alunos de graduação que tem o propósito de realizar projetos e serviços que contribuam para o desenvolvimento acadêmico e profissional dos associados, capacitando-os para o mercado de trabalho.

A AD&M e a grande maioria das empresas juniores do Brasil são consultorias e temos a missão de realizar projetos e serviços que impactem também a economia e a sociedade brasileira. Isso significa que nós, jovens, fazemos parte desse movimento para trazer impacto para o nosso país enquanto estamos aprendendo.

Certo, mas, o que eu, empreendedor brasileiro, tenho a ver com isso?

Tudo, pois, ao contratar os nossos serviços, você não só está buscando uma alternativa inovadora para resolver os problemas do seu empreendimento, como também está acreditando no potencial de jovens focados e engajados em fazer o melhor trabalho possível.

Interessante, mas, qualquer empresa pode contratar vocês?

A AD&M, assim como todas as empresas juniores, está buscando expandir ao máximo os seus serviços para os mercados regionais e nacionais, pois assim será possível que mais empreendimentos sejam contemplados por serviços inovadores e de qualidade, deixando-nos mais próximos de alcançar o nosso propósito de impactar a sociedade.

Porém, explicando de uma forma bem sincera, acredito que nossos serviços ainda não se adequam a todos os perfis de empreendedor e de empresas. Logo, para facilitar a sua avaliação pelos nossos serviços ou por outras opções, apresento os três motivos pelos quais você não deve contratar uma empresa júnior.

1º Fator: Profissionalismo e Qualidade com preços competitivos

Um dos princípios que move a empresa júnior é o trabalho voluntário, ou seja, não ganhamos salário para realizar nenhum projeto ou serviço. Sim, trabalhamos de graça pois acreditamos no trabalho que fazemos e, dessa forma, buscamos entregar o melhor resultado possível em cada serviço contratado.

Por isso, imagino que você deve estar se perguntando: “Por que vocês cobram pelos serviços?”. Bom, cobramos pois o valor é 100% revertido para capacitação dos nossos membros, tornando-os cada vez mais preparados para resolver os mais diversos problemas no mundo dos negócios. Logo, temos profissionais que são constantemente preparados a fazer melhores projetos e motivados por algo diferente de um salário.

Portanto, é possível perceber que não temos o mesmo compromisso com o lucro como as empresas de mercado em geral e sim com o resultado que podemos gerar para os nossos clientes, o que nos leva a oferecer soluções de qualidade com preços competitivos.

Interessante né? Porém, entendemos que esse modelo pode parecer bom demais para ser verdade e, se você se encaixa em um perfil que acredita que somente um alto investimento financeiro irá garantir a qualidade de um serviço, talvez a empresa júnior não seja o que você precisa.  

2º Fator: Trabalhar com jovens engajados.

Bom, dizem que a juventude irá apresentar as mudanças para o futuro do país e nós, mais do que nunca, acreditamos nesse potencial para desenvolver uma sociedade mais ética e responsável, além de mais preparada para lidar com as situações políticas, econômicas e sociais.

Por conta disso, 100% dos nossos membros são alunos de graduação e são eles que irão assumir todos os projetos executados. O perfil jovem empresário júnior é um ser inconformado com a realidade presente, interessado em encontrar novas e melhores formas de resolver problemas, e que, acima de tudo, trabalha com o propósito de melhorar a realidade que está ao seu redor. Já imaginou como seria trabalhar com uma equipe com esse perfil?

Entretanto, nós sabemos que ainda existem muitas empresas que ainda não estão preparadas para lidar com essa juventude. Se você ainda tem receio de abrir mão de modelos de gestão tradicionais e conservadores e tem medo de se arriscar nessa nova abordagem, acredito que outras empresas poderiam ser alternativas mais alinhadas.  

3º Fator: Inovação e Conexão Acadêmica

Além de jovens, todos nós estamos na Universidade. Isso significa que todos os dias temos contato com uma série de conteúdos, ensaios teóricos e pesquisas acadêmicas que podem ser responsáveis por novos métodos de executar processos e desenvolver estratégias. Por aqui, aprendemos sobre as tendências de mercado que estão aparecendo e conseguimos combinar com todo o conhecimento prático aprendido em cada projeto que executamos.

Ao combinar essa questão com o trabalho de uma geração mais nova, acredita-se que diversas novas combinações podem ser feitas, e que podem gerar frutos como novas metodologias e soluções para problemas de diversas empresas . As Startups do Vale do Silício estão sendo construídas por muitas pessoas com menos de 30 anos. Por que não trazer esse tipo de conhecimento para sua empresa?

Contudo, também entendemos que o mercado pode ainda não estar preparado para essa inovação. Logo, se você também acredita nisso,compreendemos que existem outras formas de resolver esse problema.

 

Bom, acredito que, com esses fatores, a sua decisão vai ficar muito mais clara. Mas, se você acredita que esses três fatores são o que a sua empresa precisa, entre em contato com a gente, teremos prazer em atendê-lo, oferecendo diagnóstico gratuito e apresentando uma proposta de solução para a sua empresa sem nenhum custo.

slide1 3 Motivos para NÃO contratar uma Empresa Júnior

Criado por: Vinícius da Cruz

Conheça mais sobre o trabalho do Vinícius: LinkedIn

Presidente Institucional – AD&M Consultoria Empresarial